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Publicada por / sexta-feira, 11 de julho de 2008 / 9 Comments /

DESCULPE, IMPORTA-SE REPETIR?

"...«Wild Boys», «Hungry Like the Wolf», «Come Undone», «Girls on Film» e «Rio» fizeram parte de um alinhamento que convenceu, mas não encheu as medidas do público que ali se deslocou para os (re)ver." - (in Diário Digital)
A propósito da actuação dos DURAN DURAN no SBSR, aqui ficam duas opiniões bem distintas daquilo que ontem se passou em palco: a primeira, publicada no Disco Digital, é a de alguém que, claramente, não viu o mesmo concerto que eu (se é que viu o concerto, o que eu duvido, tendo em conta os "delírios"). A segunda foi publicada no Cotonete e parece-me a de alguém que viu exactamente o mesmo concerto que eu. Ou seja, viu um GRANDE concerto. O resto...são tretas. As tretas do costume quando o assunto são os Duran Duran que, vá lá saber-se porquê, no país do "rockismo", ainda continuam a ser tratados como se fossem os "Tokyo Hotel dos 80's" por algumas "cabeças pensantes". Não há paciência.
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9 comentários :

My_Little_Bedroom disse...

Erm...pois.

Pessoalmente, estava com expectativas enormes quanto aos DD e ao Mika, porque era a estreia deste. Gostei muito do concerto do Mika, o Beck deu um concerto que se exige num Coliseu e não num festival (apesar das constantes e teimosas viagens ao passado) e os Duran Dura tocaram apenas 2 músicas do "Red Carpet Massacre". Eu, que tinha adorado o concerto que passou na VH1 (e que se fala que pode ser editado em DVD), não superou a 200 ou 300% as minhas expectativas como eu tanto queria. Estiveram um pouco acima ou no limiar delas, o que sinceramente para uma banda com tanta energia e já longa carreira. Confuso não é? Eu nem próprio sei explicar. Senti uma sensação semelhante quando vi os Shout Out Louds (dentro das devidas proporções, claro). Quero urgentemente os Duran Duran em Portugal de novo bolas! Não fiquei para os Digitalism...pena...e quanto aos Mesa, deram até um bom concerto, mesmo achando que poderiam ter revisitado um pouquito mais da discografia.

De resto, foi inovador um festival URBANO E SEM FILAS NENHUMAS, COM PAZ E TRANQUILIDADE QUASE ABSOLUTAS. Foi pena foi a adesão do público ter sido tanta quanta a sua afluência.

A Música no Coração que aprenda a lição!

Cheers...

Tiago disse...

oh Garcia de que rockismo e esse que falas? Gostas de electro nao e?
muito bem! e depois? Tens um blog que so fala de electro nao e? muito bem! e depois! gostas de pop dos anos 80 nao e? muito bem! e depois? as bandas que tu gostas sao influenciadas pelas bandas dos anos 80 nao e? essas bandas veem acrescentar alguma coisa de novo ao que ja foi feito? acho que nao! mas e bom nao e? e tu gostas de electro nao e? e depois! Rockismo? rir a bruta!ridiculo!

O Astronauta disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
O Astronauta disse...

Amigo Tiago,
se repares bem, neste "post" a palavra "rockismo" tem um link que dá acesso à sua definição no Wikipédia, ao seu significado neste contexto. Mas, pelo teu discurso, já percebi que não seguiste esse link e, pior ainda, não fazes puto daquilo que o termo significa. Só assim se explica o quão absurdo, despropositado e patético é este teu comentário. É, de facto, para rir à bruta!!

Apenas mais dois reparos ao teu comentário:
1- este blog não é, nunca foi nem nunca será um blog que fala SÓ de Electro. A não ser que, mais uma vez, andes equivocado e também não saibas o que é o Electro. Ou isso ou não costumas vir muito a este blog...
2 - Quanto a essa ideia estapafúrdia de que essas tais bandas de que eu gosto, influenciadas pelos anos 80, não vêm a acrescentar nada de novo ao que já foi feito, estás a referir-te a quem em concreto? Aos Vampire Weekend? Ai, não, espera, desses eu não gosto! Será aos Cut Copy? Aos The Whip? Se for esse o caso, aceito a observação. So what? Se isso me incomodasse não ouvia essas bandas. E, por acaso, algumas delas, até acrescentam algo de novo ao que foi feito! Não me parece é que tenhas reparado nisso.

Abraços. Volta sempre Tiago. Mas, para a próxima, poupa-me os comentários idiotas. Se queres discutir ideias comigo, fá-lo com o mínimo de inteligência. O meu tempo é demasiado preciso para ser perdido em conversas estéreis.

P.S.: Perdoa-me a rudeza das minhas palavras, mas...estou cansado e mal disposto.

Anónimo disse...

Estou como tu, astronauta: não percebo como é que alguém que goste de música (e o meu espectro musical é muitoooooo vasto) pode não ter gostado do concerto dos DD. A opinião das dezenas de pessoas com quem falei (e algumas delas não apreciam DD) foi a mesma: concerto fabuloso. Eu tb achei. O do Coliseu foi mais intenso, a todos os níveis, com excepção da voz do Simon que esteve melhor no SBSR, mas o de anteontem não deixou ser muito bom.
Abraço.
Paulo.

pedro Cordeiro disse...

Estou de regresso.
Abraço,
PCordeiro

Fernando & Marta disse...

É triste ver que apesar dos anos passarem, e de os pseudo "jornalistas" da música serem outros, por cá (como em nenhum outro lado!estranha bizarria!) continua acirrado o preconceito contra os melhores exemplos da pop dos anos 80.
A luta continua a fazer sentido...

dream_brother disse...

Só acho que deviamos respeitar as opiniões das outras pessoas. Também não concordo nem um bocadinho com os textos sobre os concertos do Ben Harper e do Bob Dylan. Opiniões...

MAU disse...

De facto, deste país pouco se pode esperar quanto a preconceitos incutidos e a jornalistas e críticod de concertos. Em relação ao conerto dos Duran Duran, nada posso dizer pelo facto de não ter tido oportunidade de o assistir, mas assisti sim ao concerto do grande Bob Dylan no Alive!, e tenho a dizer que muito provavelmente muitos dos jornalistas e críticos que andaram a escrever não podem ter estado, efectivamente, a observar ou a ouvir o concerto, e se estiveram houve vários problemas com o seu comportamento. Primeiro, num concerto como o do Dylan e como o da maior parte dos clássicos, não sei se é o caso dos Duran Duran, não se pode estar à espera que eles nos surpreendam e por isso vamos para lá sem saber o mínimo sobre ele e à espera de umas luses psicadélicas e de umas danças frenéticas or parte de um homem de 67 anos. Para se assistir a um Dylan, é preciso estudar-se e preparar-se o concerto antes, pois o segredo do espectáclo é o mestre em si e as suas músicas, mais nada é um espectáulo musical puro. Além disso, não me admirava nada que ao saberem que não estava permitida nem a fotografia profissional nem a transmissão televisiva no espectáculo, se pusessem a andar para a tenda VIP e depois tivessem ido ver à net o que tinha acontecido nos outros concertos e conotarem negativamente todos os factos, pois o pensamento generalizado e entranhado no povo português, não sei bem poquê, de que um Senhor como o Bob Dylan é uma espécie de vilão e que é arrogante e que pensa que é o maior e não sei quê. Sempre é melhor que se ser estupidamente simpático e hipócrita como todos os outros estúpidos cantores e todo o nosso povo. "Libon you are the best!" e "I love you Portugal" são das piores hipocrisias que ouvi, e o pobre do Dylan que não passa de um tipo inteligente que se está a marimbar para o resto das pessoas, que na verdade não lhe interessam muito, é apedrejado constantemente. Mas estava eu a dizer, a prova que os jornalistas não assistiram ao concerto foi terem andado por aí a dizer que ele tinha tocado o "All Along The Watchtower", e ele não tocou.

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