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Publicada por / terça-feira, 15 de fevereiro de 2011 / 4 Comments /

Notícias | RADIOHEAD, PRIMAL SCREAM E...MOBY


+ Em cima, a capa de "ANGLES", o novo álbum dos THE STROKES. Sim, eu sei que todos vocês já a conhecem, mas como eu estava a precisar de uma imagem forte para decorar este "post"...

+ A semana, praticamente, arrancou com o surpreendente anúncio da edição do novo disco dos RADIOHEAD. O álbum "THE KING OF LIMBS" estará disponível para download no site oficial do grupo já
no próximo sábado, dia 19, em formato digital. Desta vez, contudo, e contrário do que sucedeu com "In Rainbows", terão de pagar por ele. A edição física do disco está planeada para 28 de Março. Que seja tão bom como o anterior, é o mínimo que se pede...

+ Os PRIMAL SCREAM são o mais recente nome confirmado no cartaz do Alive!11. A banda de Bobby Gillespie vem a Portugal apresentar na íntegra o álbum "SCREAMADELICA", a obra-prima do grupo. É dia 7 de Julho no palco SB.

+ Também esta semana foi anunciada a presença dos
ingleses KAISER CHIEFS no cartaz do evento. Tocam dia 9 de Julho. Espera-se novo disco do grupo para 2011.

+ Pois é, os canadianos ARCADE FIRE lá ganharam o Grammy para o "melhor álbum do ano" com "THE SUBURBS". Engraçado, aqueles que costumo ouvir criticar a fraca qualidade da música que costuma ser premiada neste evento (e com razão), são os mesmos que agora surgem muito "indignados" a criticar os Arcade Fire e a chamá-los de "vendidos" por terem conquistado este prémio. Mas...em que ficamos, afinal? Deixem-se de merdas. Esse espírito "indie" tacanho não vos fica bem. E reconheçam que os Arcade Fire até mereceram a porra do prémio...

+ Sabiam que a sueca LYKKE LI viveu metade da sua infância em Portugal? Eu não. Esta e outras "revelações" bem mais interessantes, para ler numa entrevista que a cantora deu à revista Clash.

+ "We don’t think that people who are fans of The Human League because of that song will get this version of the group. They won’t understand. They want to stay there and be nostalgic and get that warm funny feeling when they hear the first few bars of that song... This is not really for them, this is for what’s going on now. And I know you’re not supposed to still be doing it after 30 years, you’re supposed to have stopped by now."
Quem fala assim é Susan Ann Sulley, uma das "meninas" dos THE HUMAN LEAGUE, em entrevista ao site THE QUIETUS, a propósito do novo álbum "CREDO". A banda conversa ainda sobre os seus primeiros dias de vida numa Sheffield industrial e a fervilhar de criatividade, de pop feita com sintetizadores, do estrondoso sucesso de "DARE" e da paixão de Phil Oakey pela "club culture". Muito interessante. Vale a pena ler.


+ Para o fim, deixo-vos para pré-escuta "BE THE ONE", o tema que dá título ao EP que antecipa "DESTROYED", o novo álbum de MOBY, que tem edição agendada para Maio. O EP já pode ser descarregado gratuitamente no site oficial do músico. Mexam-se...

"Be The One" faz parte da banda-sonora do filme "The Next Three Days" de Paul Haggis, com Russell Crowe e Elizabeth Banks.
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4 comentários :

Breites disse...

Por acaso já sabia da Lykke Li ter vivido em Portugal. Por gostar tanto deste rectangulozinho ela nem se importa que a malta lhe pronuncie mal o nome ;)

gonn1000 disse...

"Engraçado, aqueles que costumo ouvir criticar a fraca qualidade da música que costuma ser premiada neste evento (e com razão), são os mesmos que agora surgem muito "indignados" a criticar os Arcade Fire e a chamá-los de "vendidos" por terem conquistado este prémio."

Também não entendo... quer dizer, dou o desconto se for dito por putos de 15 anos, mas nem tem sido o que tenho visto. Então não é melhor contribuir para que mais gente ouça os Arcade Fire? Enfim... E se são vendidos por isso (até parece que os discos indie são gratuitos...), ao menos vendem-se a fazer bons álbuns (nada contra).

O Astronauta disse...

Very funny, Breites...eheh...

O Astronauta disse...

Gonçalo,

estás a ver porque é que embirro com os Indie(otas)? É por causa desta mentalidade tacanha, quadrada e preconceituosa. Esta malta queixa-se por tudo e por nada. As bandas que gostam não podem tocar para mais de 10 pessoas, que passam logo a ser umas "vendidas", blá, blá, blá...
Como se essas bandas não gostassem de vender tantos discos como um Tony Carreira qualquer. Ou tantos bilhetes para espectáculos. Ou de ver os seus discos/canções nos tops. O de ver reconhecido o seu talento neste tipo de eventos...

Mas a malta, principalmente quem não tem qualquer contacto com a indústria musical, ainda vive naquela inocência de que esses músicos/artistas conotados com a "cena indie" (seja lá o que isso for) só correm por amor à arte, que não se interessam com vendas ou que a sua música chegue ao máximo de pessoas possível. Santa ignorância. Como se eles não tivessem hipotecas de casas e as contas do gás e da luz para pagar todos os meses, tal como nós. Como se fosse algum crime um músico ambicionar ser rico e famoso a custa do seu trabalho e talento. Claro que não. A diferença está naquilo que cada um deles faz para obter o sucesso. Se abdicam de todos os teus princípios para o obter, então não valem nada. Agora, se uma banda como os Arcade Fire chega onde chega sem abdicar da sua essência, qual é o problema? Alguém me explique...

PLANETA POP | RADAR 97.8

  • SÁBADOS | 23h-01h
  • DOMINGOS (repetição) | 15h-17h
  • SEXTAS-FEIRAS (repetição) | 23h-01h

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