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Publicada por / sexta-feira, 15 de janeiro de 2010 / 9 Comments / ,

Pré-Escuta | CLASS ACTRESS "JOURNAL OF ARDENCY" EP


São - a par com os HURTS - uma das grandes apostas do PLANETA POP para 2010. Respondem pelo nome de CLASS ACTRESS e chegam-nos de Brooklyn, Nova Iorque.
Começaram por ser o projecto a solo da cantora Elizabeth Harper. Mais tarde, já como trio, adoptaram a designação com que actualmente se dão a conhecer ao mundo. Dizem-se influenciados pela pop electrónica da primeira metade da década de 80, em particular por nomes como os Human League, Depeche Mode e Madonna (são grandes fãs do primeiro álbum da cantora).
"JOURNAL OF ARDENCY", o primeiro EP do grupo, é colocado à venda no próximo dia 9 de Fevereiro, com o selo da Terrible Records, a editora de Chris Taylor (Grizzly Bear). O disco está recheado de teclados "vintage", batidas electrónicas, melodias pop e vocalizações envolventes. Soam a uma mistura de Glass Candy com Au Revoir Simone e...The Smiths. Estranho? Nem por isso...Ora, ouçam:


| Estes são os 5 temas que preenchem o EP "JOURNAL OF ARDENCY". Um primeiro longa-duração está também prometido para 2010.
Como referi, deposito enormes expectativas nos CLASS ACTRESS para 2010. Dêem-lhes uma oportunidade, oiçam o EP, não os ignorem. Não façam o que muitos fizeram em relação aos HURTS, que apenas lhes prestaram atenção depois de terem sido referenciados pela BBC e falados na imprensa e em alguns blogues de referência. Combinado?

[IMPORTANTE]: Parece que a minha conta no SnapDrive atingiu o limite máximo de tráfego mensal. Nunca aconteceu antes. O que significa que muita gente seguiu a minha recomendação e ouviu o EP dos Class Actress. Enquanto não faço o upload dos ficheiros para outro servidor, podem continuar a ouvir os temas do EP aqui. Sorry!
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9 comentários :

Anónimo disse...

Olá Astronauta! Grande Banda!

Adoro o let me take you out!

Grande Malha!

Muito Obrigado!

Pedro Fernandes aka Radical

Nuno disse...

niCE!!

Eu ouvi e gostei.. Bom achado!!

soares disse...

só ouço publicidade

My_Little_Bedroom disse...

Também gostei deste EP de onde só conhecia o tema-título; afinal a Pitchfork também recomenda coisas engraçadas de vez em quando! Quanto aos Hurts, sempre fiquei um pouco decepcionado por não ter visto evoluir o projecto Bureau, mas obviamente que lhes vou prestar atenção pois não fico indiferente aos posts que vejo aqui, apesar de ainda não estar tão convencido. O que é facto é que também de princípio não acreditei muito nos Delphic com o "Counterpoint", continuei atento, adoro o "This Momentary" e o "Doubt" deixou-me curioso. Afinal, um grande disco de estreia mesmo. E os Hot Chip voltaram aos grandes dias também; já não saem do mp3.

Calhando em jeito de ironia, o que te levou agora a dar atenção aos Vampire Weekend? ehehe

Abraço

O Astronauta disse...

Olá My_little_Bedroom,

a Pitchfork falou dos Class Actress?!? A sério? Ainda bem que não foi lá que os descobri, caso contrário tinha-os ignorado, tal como ignoro a maioria das coisas que eles sugerem. Em todo o caso, fico feliz que a boa música também passe por lá...só para variar...eh eh...

Quantos Hurts, vamos deixá-los crescer para ver no que dá.
O "Wonderful Life" é, de facto, um belo tema, daqueles que têm tudo para agradar a quem cresceu nos 80s. Há ali um misto de ABC e Roxy Music (fase "Avalon"), que me agrada particularmente. Admito que não seja o tipo de sonoridade que apele a quem não cresceu nos 80s. Hoje em dia, o pessoal olha para os ABC e mesmo os Roxy Music e acham aquilo demasiado "cheesy", familiar e até datado, mas convém lembrar que estas duas bandas produziram alguma da Pop mais inventiva e sofisticada da década de 80. E é esse espírito que eu penso que os Hurts tentam recuperar. Nunca chegarão aos calcanhares dessas duas bandas, mas há que lhes dar o mérito por tentarem.

Os Delphic estão a confirmar as minhas expectativas. Já os Hot Chip, nada têm a provar a ninguém. São grandes. Ponto final.

Quanto aos Vampire Weekend, aqui está a prova que sei dar a mão à palmatória quando é caso disso. Fui ouvir o "Contra" sem quaisquer expectativas e gostei do que ouvi. Nunca me incomodou o som do grupo ou o facto de serem uma cambada de betinhos insonsos, daqueles que dá vontade de encher de estalados (peço desculpa...). Apenas, me incomodava o facto de meio mundo andar a babar-se por um punhado de canções que eu sempre considerei (e continuo a considerar) medianas. Continuo a não suportar o 1º álbum, que mais não é que uma cópia pobre daquilo que gente como os Talking Heads, Paul Simon e Malcolm Maclaren fizeram no passado. Mas melhor.
A grande diferença deste disco para o 1º, é que este tem melhores canções. Na minha opinião, claro. Estão redimidos.

Abraços

My_Little_Bedroom disse...

Não, em relação aos Hurts estou de acordo contigo. Gostei do "Wonderful Life" e não gostei já tanto do outro tema mais xaroposo que ouvi. Se chegarão ao nível de tantas bandas bem sucedidas dessa altura do neo-romantismo musical, também acho que não, mas para cópias já basta o caso "Owl City/The Postal Service". Acredito que os Hurts possam dar a conhecer a mais pessoas outra face dos anos 80, mas com a sua própria visão. Pouco mais resta quando já não há nada para inventar, quase.

Acho bastante interessante o crédito que dás aos Hot Chip. Não é sempre fácil dizer que alguém é grande, mas neste caso, com um assombro de CD como "The Warning", um álbum mediano (e um pouco decepcionante) como o "Made In The Dark", voltaram em grande mas com uma abordagem completamente diferente. Acho que vamos ver outra mudança também nos LCD Soundsystem, a julgar pela entrevista recente do James Murphy e por aquele "Bye Bye Bayou".

Sobre os Vampire Weekend, este CD não tem tanto a perspectiva de cada canção ser um potencial single, mas é coeso na mesma e estão cada vez melhores ao vivo pelo que vi no YouTube. Sempre reparei nas tuas razões para não gostares dos Vampire Weekend, e se quando ouvia o primeiro CD via lá muito do David Byrne ("Cape Cod Kwassa Kwassa" já foi feito claramente por alguém lá atrás), agora quando comecei a ouvir o CD, principalmente logo que ouvi o "Cousins", vi um pouco mais de Police na voz e no baixo.

Mas no fim de contas, tudo se resume a gostos e preferências. E os Vampire Weekend, tal como os Animal Collective, não são para mim nenhuma revolução nem os salvadores da música moderna, mas são gente que respeito, ouço, gosto de ouvir e gostava de ver ao vivo. Para juntar à festa, os Vampire Weekend fazem parte de um conjunto de bandas que têm feito dos primeiros dias de 2010 dias de grandes discos.

Abraços

Breites disse...

Estes acho que nunca tinha ouvido falar... mas parece-me bastante bom! Mais uns a seguir...
A propósito, os Human League têm feito parte da minha ementa neste final/início de ano e vou continuar a tentar conhecer mais aprofundadamente. Ouvi até ao Dare e como esperado tenho descoberto grandes pérolas e excelentes álbuns!

abraço

O Astronauta disse...

Boa, Breites.
Se ouviste até ao "Dare", ouviste o que interessa. Há mais coisas boas para a frente, mas os 3 primeiros álbuns são os melhores. Mas não ignores o "Hysteria" ou mesmo o último", o "Secrets".

Depois dos Human League, podes investir nos HEAVEN 17 , OMD e Yazoo.

Abraços

r! disse...

'Let me take you out' tem um não sei o quê de Temptation dos New Order. Gostei muito.

PLANETA POP | RADAR 97.8

  • SÁBADOS | 23h-01h
  • DOMINGOS (repetição) | 15h-17h
  • SEXTAS-FEIRAS (repetição) | 23h-01h

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